Como o pastejo rotacionado eleva a lotação
O pastejo rotacionado divide a área em piquetes e move o gado em ciclos, dando a cada piquete um período de descanso para rebrotar. Isso aumenta a produção de forragem por hectare e permite elevar a taxa de lotação sustentável — muitas vezes em 20–40% frente ao pastejo contínuo.
O ganho vem de manter o capim na fase de crescimento ativo e evitar o superpastejo localizado. Mas o resultado depende diretamente da produtividade base da parcela: água bem distribuída, solo com fertilidade e um regime de chuva que sustente a rebrota.
O que a parcela precisa ter para funcionar
Água em cada piquete
De nada adianta dividir a área se cada piquete não tem acesso a água. A distribuição hídrica sobre a geometria da parcela é a primeira restrição prática do sistema.
Rebrota que acompanhe o ciclo
O descanso só funciona se o capim rebrota a tempo. Em anos secos, o ciclo se alonga e a lotação precisa cair — daí a importância de conhecer o clima do ano seco da localização.
Investimento em cercas e infraestrutura
O sistema exige cercas, bebedouros e corredores. O retorno desse investimento depende de quanto a parcela pode realmente ganhar em lotação — o que se estima a partir da sua produtividade específica.
Quanto a lotação sobe nessa parcela?
Insira as coordenadas e receba a produtividade base da parcela — o ponto de partida para dimensionar um sistema de pastejo rotacionado com retorno real.
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